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Etiquetas RFID Patrimoniais Crescem 135% nas Empresas Brasileiras

imagem de uma pessoa segurando um leitor apontando para um ativo mirando na etiqueta rfid, prancheta com itens de inventario patrimonial
Imagem destacada do artigo
por Fernanda Piovezan
tempo de leitura: 5 minutos

A identificação dos bens patrimoniais é um dos pilares da gestão do ativo imobilizado e os dados mostram que o mercado brasileiro está mudando a forma como faz isso. 

Segundo a 4ª edição da pesquisa Cenário do Ativo Imobilizado, realizada pela Afixcode, o uso de etiquetas RFID patrimoniais cresceu 135% entre 2023 e 2025, passando de 3,1% para 7,3% das empresas brasileiras.

Neste artigo, apresentamos os principais dados sobre a adoção de etiquetas patrimoniais no Brasil, o avanço do RFID por setor e o que esse crescimento significa para a gestão do ativo imobilizado nas empresas. Continue a leitura!

Como as empresas identificam seus bens patrimoniais hoje?

homem de frente a um ativo imobilizado segurando leitor rfid apontando para uma etiqueta de patrimonio

Antes de entender o avanço do RFID, é importante ter clareza sobre o panorama atual da identificação patrimonial no Brasil.

A 4ª edição da pesquisa, mostra que 84,4% das empresas brasileiras utilizam algum tipo de etiqueta patrimonial. Isso significa que a grande maioria já reconhece a necessidade de identificar fisicamente seus bens, o que varia é a tecnologia utilizada.

O cenário de adoção por tipo de etiqueta é o seguinte:

  • 80,2% utilizam etiquetas com código de barras, ainda a tecnologia mais comum
  • 8,2% utilizam identificação mista (mais de um tipo de etiqueta)
  • 7,3% utilizam etiquetas RFID
  • 4,3% utilizam etiquetas QR Code

O código de barras segue como padrão dominante, mas o movimento em direção a tecnologias mais robustas é evidente, especialmente quando se observa o crescimento expressivo do RFID nos últimos dois anos.

O crescimento das etiquetas RFID: de 3,1% para 7,3%

O dado mais relevante desta edição da pesquisa é o salto na adoção de etiquetas RFID patrimoniais.

Em 2023, 3,1% das empresas utilizavam RFID para identificação de seus bens. Em 2025, esse número chegou a 7,3%,  um crescimento de 135%.

Esse avanço não é coincidência. Ele reflete um movimento mais amplo de maturidade na gestão patrimonial: empresas que já estruturaram seus inventários e políticas internas estão avançando para tecnologias que oferecem mais velocidade, precisão e rastreabilidade no controle dos seus ativos.

Vale destacar que o RFID não substitui apenas a etiqueta, ele transforma o processo. Com a tecnologia, é possível realizar leituras de múltiplos bens simultaneamente, sem linha de visada, com alto grau de automação. Para empresas com grande volume de ativos ou múltiplas unidades, essa diferença é operacionalmente significativa.

Quais setores lideram a adoção do RFID

A adoção de etiquetas RFID patrimoniais não é uniforme entre os segmentos. Os dados da pesquisa mostram uma concentração clara em setores com maior volume de ativos, maior exigência regulatória ou maior necessidade de rastreabilidade:

tabela comparativa por segmento que utilizam o rfid

O setor de Saúde lidera com 35,3%  o que faz sentido dado o perfil do segmento: alto volume de equipamentos críticos e de alto valor, necessidade de rastreabilidade constante e exigências regulatórias que tornam o controle patrimonial estratégico, não apenas operacional.

Educação e Serviços aparecem empatados em segundo lugar (17,6% cada), seguidos por Órgãos Públicos (11,8%), setor que, pela natureza da gestão pública e obrigatoriedade de conformidade com normas de controle patrimonial, tem incentivos claros para adotar tecnologias mais eficientes.

Intenção de investimento: RFID quase dobra em dois anos

O crescimento da adoção atual já é expressivo, mas o dado que projeta o futuro é igualmente relevante.

De acordo com a pesquisa, 13,8% das empresas planejam investir em tags RFID nos próximos 12 meses, antes 7,2% registrados em 2023. Isso representa quase o dobro da intenção de investimento em apenas dois anos.

Esse número posiciona o RFID como uma das tecnologias com maior crescimento de interesse no setor patrimonial, superando, em ritmo de expansão, itens como software de patrimônio (17,8%) e avaliação patrimonial (17,5%) quando se considera a variação percentual em relação à edição anterior.

Para a gestão patrimonial, esse movimento sinaliza que o RFID está deixando de ser uma solução de nicho para se tornar parte do planejamento estratégico das empresas.

O que esse cenário indica para a gestão patrimonial

Os dados apontam para uma tendência clara: as empresas brasileiras estão avançando na maturidade do controle de ativos, e a tecnologia de identificação é um dos principais vetores dessa evolução.

Esse movimento está alinhado com outro dado relevante da pesquisa: 85,1% das empresas apontam controle e rastreabilidade dos ativos como a principal área que demanda atenção na gestão patrimonial. O RFID responde diretamente a essa demanda, com maior velocidade de leitura, menor margem de erro e rastreabilidade em tempo real.

Ao mesmo tempo, é importante contextualizar: o RFID ainda representa uma parcela pequena do mercado. A maioria das empresas opera com código de barras  o que, dependendo do volume e da complexidade dos ativos, pode ser suficiente. A escolha da tecnologia de identificação deve ser orientada pelo perfil operacional da empresa, não apenas pela novidade tecnológica.

O que os dados confirmam é que, para empresas com grande volume de ativos, múltiplas unidades ou alto grau de exigência de rastreabilidade, o RFID já deixou de ser uma aposta e passou a ser uma escolha estratégica comprovada.

Como a Afixcode pode ajudar?

A Afixcode oferece solução completa para identificação e controle do ativo imobilizado desde a fabricação de etiquetas patrimoniais (código de barras, QR Code e RFID) até o inventário físico, a conciliação físico-contábil e os softwares de gestão Afixinv e Afixpat Start.

Com 25 anos de mercado, mais de 1.800 projetos realizados, NPS 82 (Nível de Excelência) e 98% de satisfação dos clientes, somos referência em gestão do ativo imobilizado no Brasil e trabalhamos com metodologia ISO 9001 em todas as etapas.

Se a sua empresa está avaliando a adoção de etiquetas RFID ou quer entender qual tecnologia de identificação faz mais sentido para o seu cenário, entre em contato com um dos nossos especialistas: [email protected] ou (11) 2888-4747

Fernanda Piovezan
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Fernanda Piovezan

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