O ROI de um investimento em CAPEX não se prova mais só com payback, TIR e VPL. Foi esse o recado mais repetido, sob formas diferentes, no CAPEX Management Summit 2026, evento realizado em 13 e 14 de agosto, em São Paulo, do qual a Afixcode participou como patrocinadora Ouro.
Empresas com grandes parques de ativos físicos já tratam a métrica financeira como ponto de partida, não como resposta completa.
Neste artigo, mostramos por que o ROI de CAPEX ganhou uma camada operacional, quais setores sentem essa mudança com mais força e o que isso significa na prática para quem decide investimento. Continue a leitura!
O que aconteceu no CAPEX Management Summit 2026?

O CAPEX Management Summit 2026 reuniu CFOs, controllers, diretores de engenharia e líderes de portfólio de investimento em torno de uma pergunta central: como tomar melhores decisões de CAPEX em um cenário de capital mais caro e maior pressão por retorno.
A programação, estruturada pela Blueprintt no Meliá Paulista, combinou palestras, estudos de caso, painéis e rodas de conversa, com mais de 15 palestrantes e mais de 10 cases práticos apresentados ao longo dos dois dias. Entre as empresas e organizações representadas estavam Motiva/CCR Aeroportos, The Mosaic Company, MRN – Mineração Rio do Norte, Norsk Hydro, Henkel, Neoenergia e ADM, entre outras.
A Afixcode participou como patrocinadora Ouro e apresentou, em conjunto com a Azitek, parceira de tecnologia em rastreamento e comportamento operacional de ativos, uma tese única que une identificação física do ativo (RFID) ao histórico de uso e movimentação (RTLS).
Por que o ROI de CAPEX deixou de ser só conta financeira?
A resposta direta é esta: os comitês de investimento continuam calculando payback, TIR e VPL, mas essas métricas deixaram de ser suficientes para aprovar e para sustentar um investimento. Entram na conta, com peso crescente, ganho de produtividade, disponibilidade de equipamento, desempenho operacional e segurança.
Executivos presentes no evento reforçaram essa régua sob ângulos diferentes. Um representante da Mosaic destacou que a lógica de “CAPEX precisa dar ROI” funciona também como ferramenta de cultura interna: repeti-la todos os dias reforça, na prática de quem propõe e aprova investimentos, a disciplina de tratar capital como recurso escasso, que precisa justificar retorno, direto ou indireto, do nascimento do investimento até a entrega final do ativo em operação.
Já a discussão liderada por uma diretora de Engenharia e Manutenção da Motiva/CCR Aeroportos foi na direção da governança diária: a entrega de valor não é consequência automática de um projeto bem aprovado é uma escolha de governança, tomada todos os dias ao longo da execução. Contratos de alta complexidade geram mudanças e pleitos de forma contínua, e a diferença entre um PMO reativo e um estratégico está em acompanhar a implementação com dados reais, e não apenas revisar o plano quando o problema já apareceu.
O ponto de convergência entre as duas falas é direto: seja para provar retorno financeiro, seja para sustentar governança de risco, a decisão de CAPEX só é tão boa quanto a qualidade do dado que a embasa e esse dado esbarra, com frequência, em uma lacuna concreta: a falta de visibilidade confiável sobre o próprio ativo físico.
Quais setores sentem essa mudança com mais força?

O público do CAPEX Summit 2026 concentrou justamente os segmentos em que essa lacuna pesa mais: mineração, infraestrutura aeroportuária, indústria química, alimentos, energia e operações industriais de grande porte. São ambientes com bases extensas de ativos físicos e portfólios significativos de CAPEX, em que entender o que acontece com um ativo depois da compra é bem mais complexo do que saber quanto ele custou.
Isso é coerente com o que a própria Afixcode observa em campo: a 4ª edição da pesquisa Cenário do Ativo Imobilizado, mostra que 64,5% dos profissionais de patrimônio apontam a boa gestão do imobilizado como fator que permite melhor tomada de decisão sobre investimentos e 42,9% já veem o RFID como excelente solução para gestão de ativos, um salto relevante frente a edições anteriores.
O que isso significa na prática para quem decide investimento?

Sem dados operacionais sobre o ativo, onde está, com que frequência é usado, quanto tempo fica parado, se eliminou de fato o gargalo que justificou sua aprovação, parte relevante do business case de CAPEX continua sendo, na prática, uma hipótese.
Isso não significa que toda empresa precisa de rastreamento em tempo real. Para portfólios menores ou de baixa criticidade, um controle patrimonial bem estruturado, com inventário periódico e conciliação físico-contábil, já entrega a rastreabilidade necessária para sustentar o ROI apresentado ao comitê. A régua muda de tamanho conforme o volume, a criticidade e a complexidade do parque de ativos, mas a exigência de dado real, e não estimado, é a mesma para qualquer porte.
Vale destacar também o recado sobre implementação, levantado no evento: o projeto aprovado no comitê raramente sobrevive intacto ao contato com a realidade da obra ou da operação. Ele precisa de acompanhamento constante, com engenharia, operação, TI e controladoria trabalhando de forma integrada e não em silos, para que mudanças de escopo sejam registradas, e não viradas de improviso.
Como a Afixcode pode ajudar?
A Afixcode acompanha o ativo do nascimento do investimento até a baixa, com consultoria patrimonial, conciliação físico x contábil, gestão do ciclo de vida útil, apoio ao cálculo de depreciação, rastreamento via RFID e RTLS e integração com o ERP já usado pela empresa. É a mesma base de dados real e contínua discutida no CAPEX Summit, aplicada ao controle do ativo físico, do planejamento à operação.
Com 25 anos de mercado, mais de 1.800 projetos concluídos, NPS 82 (Nível de Excelência), 98% de satisfação dos clientes e metodologia certificada ISO 9001, a Afixcode ajuda empresas com ativos de alto valor a transformar controle patrimonial em evidência confiável de ROI e não apenas em obrigação contábil.
Se sua empresa lida com decisões de CAPEX que dependem de dados confiáveis sobre condição, localização e ciclo de vida dos ativos, fale com um especialista e entenda como estruturar essa visibilidade. Você também pode falar direto pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 2888-4747.
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