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Avaliação de Valor Residual (Valor de Descarte)

Avaliação de Valor Residual (Valor de Descarte)

Avaliação de Valor Residual
Muitos ativos continuam em operação mesmo que zere o seu valor contábil (residual contábil), significando que possuem ainda um valor de uso, assim, a maneira mais fácil de definir o valor residual de um ativo é fazer o seguinte questionamento: consigo vender e qual seria o valor de venda deste ativo no final da sua vida útil?

O serviço da AfixCode de Avaliação de Valor Residual segue uma metodologia criteriosa para realizar essas avaliação, tratando cada bem com as suas particularidades e levando diversos fatores em consideração, como as condições de uso, instalação, manutenção, tecnologia e etc.

Serviço da AfixCode de Avaliação Valor Residual:
O Laudo de Avaliação valor residual da AfixCode é realizado com base na planilha de bens do ativo imobilizado, considerando as particularidades de cada componente de um ativo. Por exemplo, um navio não pode ser tratado como um único ativo, porque cada peça componente de um navio tem seu valor de descarte ou seu valor de sucata diferente, dependendo se o componente pode ser reutilizado como peça, o material utilizado na fabricação, vida útil diferenciada, etc.

Vistoria Técnica e Inventário físico do imobilizado: Descrição detalhada com marca, modelo, número de série e fornecedor do bem, o número do patrimônio, idade aparente. Levantar os históricos das manutenções preventivas, corretivas e reformas, política de substituição de máquinas, peças ou componentes. Para não ocorrer a inconsistência entre a base da avaliação e base da contabilidade, fazer o cotejamento físico contábil das duas bases de dados.

Laudo de Avaliação de Valor Residual – Considerações relevantes:

  • Política de desmobilização da empresa por espécie de bens e seu histórico de baixas. Com base nessas informações fornecidas pelo cliente, nossa equipe técnica determina o valor residual final para diferentes situações (venda, venda como sucata, doação, etc)
  • Vida útil estimada dos bens de acordo com as suas especificações técnicas da fabricação: projeto, origem, material empregado, garantias operacionais.
  • Flexibilidade operacional: avaliar a possibilidades de utilização do ativo ou parte na fabricação ou no processo de fabricação de outros produtos.
  • Histórico de investimentos com o imobilizado: política de substituição de máquinas, reformas, up-grades, atualização tecnológica nos bens, etc.
  • Obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou melhorias na produção, ou de mudança na demanda do mercado para o produto derivado do ativo;
  • Condições de uso: umidade, poeira, calor, instalação, operação, etc.