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Avaliação de Bens para Determinação da Vida Útil (CPC27)

Avaliação de Bens para Determinação da Vida Útil (CPC27)

Avaliação de Bens para Determinação de Vida Útil
O serviço da AfixCode de Avaliação de Bens para Determinação da Vida Útil tem por objetivo atender as atuais regras contábeis (CPC27), que determinam que o cálculo da depreciação deve ser efetuado com base na vida útil econômica e calculado sobre o valor depreciável do bem.

Serviço de Avaliação de Bens para Determinação da Vida Útil (CPC27)

O Laudo de Avaliação Vida Útil Econômica da AfixCode tem por base a relação de bens inventariados e conciliados com os respectivos registros contábeis, obedecendo os mesmos critérios de abertura de componentes no inventário e na contabilidade, para não ter inconsistências entre a  base  avaliada x base contábil.

  1. Vistoria Técnica e Inventário Físico do Imobilizado: Descrição detalhada com marca, modelo, número de série e fornecedor do bem, o número do patrimônio, idade aparente. Levantar os históricos das manutenções preventivas, corretivas e reformas, planejamentos das manutenções futuras, política de substituição de máquinas, peças ou componentes. Identificar os bens fora de uso ou uso parcial.
  2. Cotejamento: Para não ocorrer a inconsistência entre a base da avaliação e base da contabilidade, fazer o cotejamento físico contábil das duas bases de dados.
  3. Laudo de Avaliação de Vida Útil – Considerações Relevantes:
    - Definição do ativo a nível de componente: alguns ativos são compostos de partes que tem funcionalidades independentes e com vida útil própria, diferentes do ativo principal e diferentes entre si. Exemplos: correia, motor, rolamento, sistema de resfriamento, sistema de ventilação, etc. Nestes casos, a primeira providência é a definição do ativo a nível de componente, lembrando que o mesmo critério tem que ser adotado em relação aos registros contábeis, para não causar inconsistência de dados entre os controles contábeis e sistema de controle patrimonial.
    - Envolvimento dos técnicos internos da empresa, especificamente os responsáveis pela produção (fábrica) e pela manutenção. Entrevistas e questionários técnicos.
    - Estimativa de vida útil dos bens de acordo com as suas especificações técnicas da fabricação: projeto, origem, material empregado, garantias operacionais.
    - Verificar o histórico de planejamento de gastos com o imobilizado: política de substituição de máquinas, defasagem tecnológica dos bens e comparativos com a tecnologia utilizada pela concorrência, nível de obsolescência, etc.
    - Obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou melhorias na produção, ou de mudança na demanda do mercado para o produto derivado do ativo;
    - Tratamento específico para os bens fora de uso ou em uso fora de condições normais de uso: instalação inadequada, umidade no ambiente, calor, poeira, sujeira.
    - Avaliação do histórico e comparativos dos bens semelhantes, inclusive comparações com empresas do mesmo setor.
  4. Registros: Dos efeitos dos laudos na contabilidade e no sistema de controle patrimonial.